AMOR PERFEITO??
EU NEM SABIA QUE EXISTIA, MAS...
IMAGEM/FOTO DA PLANTA "VIOLA TRICOLOR" - "AMOR PERFEITO"

O amor-perfeito é o nome vulgar das plantas do género Viola e tem origem na Europa.
É muito empregada desde os tempos remotos. Homero conta que os atenienses a utilizavam para moderar a ira. Utilizavam uma guirlanda de flores da Viola tricolor para prevenir dores de cabeça e enjôos. Os chineses utilizam a espécie Viola yedoensis de forma similar. Esta última também é empregada em tratamento do eczema infantil grave em um hospital de Londres.
As folhas secas da Viola tricolor, pulverizadas ou misturadas com mel até formarem uma pomada, aplicadas sobre as feridas, ajudam a cicatrizá-las. Para curar infecções cutâneas, tratam-se as partes afetadas com compressas de gaze embebidas em uma infusão da planta. A decocção alivia também as dores reumatismais e trata as afecções de pele, dermatites e eczemas. A infusão, que também pode ser bebida, combate as afecções do sangue, a debilidade nervosa, o cansaço, as doenças cardíacas nervosas e icterícia, pois estimula o metabolismo.
Constitui um bom expectorante devido a seu alto conteúdo em saponinas e também tonifica e fortalece os vasos sanguíneos. Emprega-se como cosmético para limpeza de pele e como loção capilar contra a queda do cabelo. Serve para gargarejos. As raízes são eméticas. (Extraído da Wikipédia)
Será que assim com existe uma planta, existem amores perfeitos entre seres humanos??
Fica aí a questão!!
- Postado por: Paulo às 02h10
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AMOR PERFEITO - A CANÇÃO.
CLIQUE EM CIMA DA FIGURA ABAIXO E ASSISTA AO VÍDEO PELO YOUTUBE
Fecho os olhos pra não ver passar o tempo, sinto falta de você Anjo bom, amor perfeito no meu peito, sem você não sei viver Vem, que eu conto os dias conto as horas pra te ver Eu não consigo te esquecer Cada minuto é muito tempo sem você, sem você Os segundos vão passando lentamente, não tem hora pra chegar Até quando te querendo, te amando, coração quer te encontrar Vem, que nos seus braços esse amor é uma canção E eu não consigo te esquecer Cada minuto é muito tempo sem você, sem você Eu não vou saber me acostumar sem sua mão pra me acalmar Sem seu olhar pra me entender, sem seu carinho, amor, sem você Vem me tirar da solidão, fazer feliz meu coração Já não importa quem errou, o que passou, passou então vem...
Vem, vem, vem
- Postado por: Paulo às 01h59
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MISSÃO
A CONSCIÊNCIA DE SUA MISSÃO - Roberto Shinyashiki

Freqüentemente, eu me pergunto: “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”
Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos. Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: Evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.Todos os nossos bens na verdade não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas. Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores, e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão para continuar em frente.
As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais. Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida.
Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca? A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida.
Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta. Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.E quando chega no final do caminho percebe que só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.
Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir.
Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem.
- Postado por: Paulo às 10h57
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POESIA CHILENA
Quando, em 1987, eu era Aspirante na Academia Naval (Escola Naval – Rio de Janeiro) tive, por intermédio de meu Professor de Astronomia, à época, Ronaldo Perseke, meu primeiro contato com os escritos de Gabriela Mistral.
Hoje, em homenagem: àquele professor que já faleceu; à Gabriela Mistral – que também já se foi; à Poesia uma forma de se aproximar de Deus – Pai Criador – Maior Energia do Universo; e ao Amor – o mais nobre dos sentimentos, eu lhes deixo com essa linda poesia, abaixo transcrita:
Dame la mano
AUTORIA: GABRIELA MISTRAL - o pseudônimo escolhido por Lucila de María del Perpetuo Socorro Godoy Alcayaga (Vicuña, 7 de abril de 1889 - Nova Iorque, 10 de janeiro de 1957). Poetisa, educadora, diplomata e feminista chilena, vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 1945.
Dame la mano
"Dame la mano y danzaremos; Dame la mano y me amarás. Como una sola flor seremos, Como una flor, y nada más…
El mismo verso cantaremos, Al mismo paso bailarás. Como una espiga ondularemos, Como una espiga y nada más.
Te llamas Rosa y yo Esperanza; Pero tu nombre olvidarás, Porque seremos una danza En la colina y nada más…"

Dá-me tua mão
"Me dá tua mão e dançaremos; Me dá tua mão e me amarás. Como uma só flor seremos, Como uma flor e nada mais...
O mesmo verso cantaremos, Ao mesmo passo bailarás. Como uma espiga ondularemos, Como uma espiga e nada mais.
Te chamas Rosa e eu Esperança; Porém teu nome esquecerás, Porque seremos uma dança Na colina e nada mais."
- Postado por: Paulo às 12h47
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POESIAS
Se eu fosse um padre
Mário Quintana

"Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões, não falaria em Deus nem no Pecado — muito menos no Anjo Rebelado e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas: nada das suas celestiais promessas ou das suas terríveis maldições... Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos, desses que desde a infância me embalaram e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma ...e um belo poema — ainda que de Deus se aparte — um belo poema sempre leva a Deus!"
- Postado por: Paulo às 22h23
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NA RUA, NA CHUVA, NA FAZENDA, OU NUMA CASINHA DE SAPÊ
- Postado por: Paulo às 21h36
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SONHO DE AMOR

Que importa que os ventos contém pro sol, pro mar ou para os montes o que sinto por ti!
Como água cristalina é a paixão que me domina já não dá mais pra esconder
As vezes penso sorrindo que entre as nuvens estou dormindo e... Em sonhos, quanto prazer!
Tu me tomas em teus braços me conduz pelo espaço... e... assim bailamos ao luar
A suave brisa da noite torna mais doce a emoção que é sentir sobre o meu peito palpitar teu coração
Girando docemente me apertas um pouco mais sinto teu hálito quente teus lábios tão próximos aos meus
Incontrolável, a tremer, te declaras alternando com carinho frases de amor e beijinhos, que crescem cada vez mais!
Assim, a derreter-se em ais!
Selas-me a boca, com doce beijo desvairado em mil desejos pra eu te sentir melhor e mais...
Que pena acordar, descobrir que nada disso é verdade
E sonhando outra vez imagino, que esse sonho divino, um dia será realidade.
(Irani Alves de Genaro)
- Postado por: Paulo às 21h11
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SIM, VALE A PENA ROSANA
Vale a pena correr o risco de amar!
Rosana Braga

O amor é a capacidade de se unir ao outro, de se entregar tão completamente, tão inteiramente e tão despojadamente que um e outro tornam-se um só ser. A unidade surge do amor, quando duas pessoas se predispõem a juntar seus anseios, seus desejos, seus planos, seus medos, suas dores, seus defeitos, suas potencialidades, suas alegrias, suas conquistas e derrotas e todas as demais particularidades - externas e internas - de si mesmas para, desta forma, serem uma só. Mas, apesar dessa entrega e união total, apesar de, subjetivamente falando, tornarem-se uma só, continuam sendo sobretudo elas mesmas; reconhecendo e respeitando a sua individualidade, a sua indivisibilidade; percebendo exatamente os seus limites sem perder de vista, jamais, a individualidade do outro.
Certamente, não é muito fácil sermos um e sermos dois ao mesmo tempo. Mas esta é a magia que o amor promove na vida das pessoas que estão dispostas a vivê-lo intensamente. Isso não significa que os medos e as dúvidas vão desaparecer ou se diluir pela força do amor. Esses são sentimentos que fazem parte da condição humana. O medo e a dúvida fazem parte do processo, de qualquer processo, de qualquer escolha, de qualquer comprometimento que fizermos ao longo de nossas vidas. Mas podem se tornar menores que o amor quando reconhecemos que os sentimos e, principalmente, quando podemos compartilhá-los com a pessoa amada.
É exatamente no momento em que conseguimos falar sobre nosso medo, expor nossas dúvidas e admitir nossas limitações que nos tornamos um só! Não há um momento predeterminado ou especial para nos tornarmos um só. No amor, devemos nos unir com o outro sempre, todos os dias, a todo momento. Nós nos tornamos um só no instante em que respeitamos a opinião do outro (mesmo sendo diferente da nossa); no exato momento em que perdoamos um erro do outro; quando enxergamos uma qualidade e, sobretudo, expressamos essa percepção; são nos pequenos detalhes, nos menores gestos que nos tornamos um só, que nos unimos ao ser do outro com tal consciência e tanto amor que ainda somos nós mesmos, mas de uma forma mais inteira, mais forte, mais válida.
Talvez seja precisamente neste ponto que possamos falar sobre a tão famosa expressão “alma gêmea”. Estou me referindo à nossa metade. Se temos uma metade que deve nos completar, significa que, em princípio, somos somente a metade do que podemos ser. No momento em que nos entregamos ao outro e unimos nossa metade com a metade que ele também é, finalmente podemos ser inteiros, totais. É neste momento que a força do amor ganha sentido e proporção, fazendo-nos compreender que é somente por meio desse sentimento que podemos nos tornar 100%, unidos com a metade que nos faltava.
É por isso que acredito que o amor é o melhor caminho para a evolução. Não é fácil. Poeticamente falando, o amor é raro, é difícil, exige demais! Mas é sobretudo inestimavelmente valioso. Acredite: é compreensível que muitos desistam do amor intenso, do amor total. É compreensível que a maioria de nós passe boa parte da vida vivendo o amor com tantas ressalvas, com tantos “senão” e “depende”. Mas é preciso que não desistamos. Quando vivemos o amor da melhor maneira que podemos, conseguimos atingir o nosso máximo e descobrir que a nossa capacidade pode ser ampliada, pode ser maximizada.
Creio que a experiência do amor total seja absolutamente humana, repleta de imperfeições e recomeços, mas creio também que basta acreditarmos na existência do amor pleno para que ele comece a existir. Basta que tentemos, genuinamente, nos entregar inteiramente ao outro, confiando, sendo verdadeiros, apostando e investindo na felicidade que se cria e recria um dia após o outro para que o amor aconteça em toda a sua plenitude.
Convido você, então, a compartilhar comigo a maravilhosa experiência que pode ser o amor!
- Postado por: Paulo às 20h51
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RECONSTRUINDO
Dentre o grande número de pessoas com as quais lidamos todos os dias, estão aquelas que estão fazendo o caminho de volta. Estão voltando do caos, da lama, do lodo. Fizeram bagunça de suas vidas – transformaram suas vidas num desastre e estão querendo recomeçar depois desse desastre. O que fazer? O que dizer a uma pessoa que está arrebentada porque tomou a direção errada, optou pela dor (voluntária ou involuntariamente), mas que hoje está com o propósito de começar a reconstrução da anarquia que se transformou a sua vida? O que fazer quando a vida se torna um território bombardeado e devastado por situações, as quais nós produzimos para nós mesmos?
O texto que lemos é significativo porque ele nos mostra o começo da reconstrução de uma anarquia, de alguma coisa que deu muito errado na vida do povo de Deus. E a partir dele, podemos pinçar algumas verdades eternas para quem quer começar a reconstruir a vida a partir dos escombros:
1. Pare enquanto é tempo. Quem quer reconstruir qualquer área da vida tem que parar com o processo de destruição o mais rápido possível. Pare enquanto o estrago, o dano, é pequeno. Não espere para recomeçar a reconstruir quando tudo estiver estragado. Porque quanto mais destruído mais difícil será a reconstrução da sua vida, do seu casamento, do seu ministério, etc... Não deixe para mais tarde! Quanto mais tempo investirmos nos nossos pecados e erros, mais devastadora será a destruição, e mais difícil será a reconstrução. Israel aprofundou tanto na sua idolatria que o processo de reconstrução foi imensamente difícil (Jerusalém estava devastada). Por tanto, quanto mais profundo nós caminharmos no nosso pecado que leva a desestrutura de nossa vida, maior será o estrago, e mais difícil será a reconstrução. Pare agora!
2. Comece enquanto é tempo. Quem deseja reconstruir a vida com sucesso tem que começar cedo. O quanto antes melhor. Se o primeiro princípio diz respeito à profundidade do nosso pecado, este diz respeito ao tempo que nós demoramos para reconstruir as nossas vidas. Quanto mais tempo demorarmos a consertar o estrago, mais calamitosa será a situação e mais difícil o processo de restauração. Os processos de reconstrução de nossas vidas são penosos e difíceis porque nós sempre estamos adiando, deixando para depois. A lógica nos ensina o seguinte: se hoje as coisas estão deterioradas, como estarão daqui a um ano se nós nada fizermos? Comece enquanto é tempo!
3. Comece por você. Quanto menor transferência de culpa nós fizermos, maior chance de tornarmos o processo de reconstrução viável. Neemias compreendeu isto. Apesar dele jamais ter colocado os seus pés em Jerusalém (devia ter uns 30 a 40 anos), ele assume a sua responsabilidade na falência espiritual do povo de Deus: “...e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, os quais (aí ele se inclui) temos cometido contra Ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado”. Ele não tentou se eximir dizendo que a culpa era de seus pais (desculpa da "maldição hereditária") ou das circunstâncias (behaviorismo). Não! ele disse: “eu pequei..., fui eu..., o pecado é meu. Não é meu pai, não é minha mãe, sou eu”. Qualquer processo de restauração de nossa vida só terá êxito se nós pararmos de transferir a culpa para os outros. Não somos produto dos nossos pais, dos amigos, do meio, somos produto de nossas de-cisões apenas (acertadas ou não). Estamos onde estamos porque um dia decidimos estar assim. E o processo de reconstrução só se concretiza quando tomamos consciência de nossa parcela de culpa no desastre.
4. Seja perseverante. Todo interesse genuíno de reconstrução é imorredouro, não acaba – resiste ao tempo. o verso de nº 1 nos diz que Neemias orou 3 meses de manhã e de tarde pela reconstrução de Jerusalém. Por que? Por que quem tem um desejo genuíno de reconstruir a sua vida depois do desastre, é perseverante no seu intento. Não é “fogo de palha”. Esse interesse é imorredouro, não acaba na segunda-feira, suporta o teste do tempo. sobrevive à crítica dos amigos, ao pessimismo dos homens – persevera. Portanto, persevere!
Quem sabe, hoje você não seja alguém que precisa reconstruir dos escombros uma nova vida? Neemias nos dá esses princípios valorosos para que nós entendamos que há esperança mesmo quando a nossa vida se torna um desastre.
Creia nisto!
Pr. José Kleber Igreja Presbiteriana do Sertãozinho - Patrocínio-MG
- Postado por: Paulo às 20h40
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INTELIGÊNCIA E CARÁTER – O EMBATE
Públio José – jornalista - (publiojose@digizap.com.br)
Pesquisas mais recentes sobre o funcionamento da mente humana, sobre os elementos que regem a formação da inteligência e suas várias formas de manifestação, demonstram não haver, necessariamente, nenhuma relação entre a inteligência e a moral. Os estudos, da mesma forma, concluem pela inexistência de conexão entre a inteligência e a ética, como também entre ela e o caráter. Nesse território ainda pouco vasculhado da mente, a conclusão a que se chega, lamentavelmente, é que o personagem de uma história, para ser inteligente, não terá, obrigatoriamente, de agir em suja comunidade como pessoa de moral, de caráter, de boa índole. Por tais estudos, a inteligência está desatrelada dos demais elementos que constituem a base do comportamento humano, para planar, como águia, acima dos valores e escolher o rumo indicado pela individualidade e pelo livre arbítrio.
Tais considerações são pertinentes pelo momento de verdadeira inversão de valores que se observa, praticados na vida das pessoas, independente do segmento social que se venha a analisar. Maliciosos, antiéticos e imorais são visíveis em todos os quadrantes a olho nu, sem a necessidade, para descobri-los, de sofisticados instrumentos de medição científica. De todo modo, a conclusão dos estudiosos vem a calhar, pois passa a estabelecer uma rigorosa conexão científica entre o resultado dos trabalhos acadêmicos e a realidade que se vive no dia a dia contemporâneo. E no que isso tudo resulta? Que conclusões, do ponto de vista prático, podemos tirar de tais observações? É que, se antes o homem, em sua grande maioria, agregava à inteligência fortes conceitos carregados de moral e de ética, atualmente posiciona-se numa direção contrária, separando-a e cultivando-a para a prática de delitos de toda ordem.
Se agora está explicado, cientificamente, que a inteligência corre por fora, desligada do caráter, da moral, da ética, nos trejeitos que articula diante dos embates diários da vida, está justificada, então, a onda de safadezas e malandragens que abarrota o noticiário e enche de vergonha, entre outros, os espaços mais nobres da rotina nacional. É corriqueiro, pois, notar-se o uso que se faz da inteligência a serviço dos valores mais mesquinhos, para, como isso, glorificar-se a máxima de que o negócio é levar vantagem – em tudo. Rigor exagerado no que afirmo? Gostaria demais que assim fosse. Gostaria, inclusive, de serem totalmente erradas as observações que faço em torno deste assunto e de outros que compõem o cotidiano humano. Entretanto, não se tapa o sol com a peneira. E o que fica em nós, inexoravelmente, diante da realidade que rola, é o gosto amargo da decepção, da impotência, do desengano.
E o caráter como é que fica? Pra que direção se inclina, afinal? Segundo o dicionário, o caráter é o conjunto de traços psicológicos, o modo de ser, de sentir e de agir do indivíduo. Já a inteligência é a capacidade de fazê-lo perspicaz, de fazê-lo aprender com rapidez, de adaptá-lo a situações adversas. Enfim, de resolver pepinos e propor soluções. Daí, logo se vê que a inteligência trava uma luta renhida entre devotar-se a causas nobres, tendo no caráter um bom parceiro, ou amolda-se de vez às exigências que afloram no contexto da tão apregoada modernidade. Para o caráter manter-se atrelado a princípios morais e éticos, com a inteligência se lambendo por vantagens imorais, não é tarefa fácil.
Das duas uma: ou ele vence-a, subjuga-a – para manterem-se ambos num elevado padrão ético –- ou também embarca na gandaia. Pois, como justificam, com cinismo, os tais inteligentes, resistir, quem há de?
- Postado por: Paulo às 20h36
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INGREDIENTES PARA O AMOR PARTE 1
Confiança, admiração e respeito! :: Rosana Braga ::

Fiquei bastante tentada a colocar o título desse texto de “Receita de Amor”. Acho que ficaria mais interessante, mas infelizmente não acredito em receitas para o amor e estaria começando com a consciência pesada. Então, resolvi dar apenas os ingredientes. A sua receita é você quem cria! Há faz alguns anos, conversando com uma amiga psicóloga – a Sandra Macedo – ela me disse que um relacionamento só poderia dar certo se estivesse baseado em três sentimentos. Eu, obviamente, imaginei que o primeiro seria o amor e os outros, nem teriam tanta importância. Qual não foi a minha surpresa quando ela citou os três e o amor ficou de fora. Passei bastante tempo refletindo se concordava com o que ela havia dito e somente depois de alguns anos compreendi que, na verdade, aquela era a “fórmula” do amor. Ou seja, não é possível sentir e principalmente manter-se sentindo amor por uma pessoa caso não a admiremos, não a respeitemos nem confiemos nela! Mas descobri que cada um de nós, quando usa essa “fórmula”, obtém o seu próprio resultado, dependendo também da combinação entre o que somos e o que o outro é! Isto é, eu posso confiar, admirar e respeitar um homem, mas nem por isso amá-lo como homem. Posso tê-lo apenas como amigo ou irmão. Mas quando acontece uma alquimia entre a química contida em dois corações, aí sim sentimos o amor pulsar e expandir nossa existência como uma espécie de magia (embora o amor não tenha nada de mágico e sim de sublime)! Na verdade, o que quero dizer é que existem muitas pessoas que acreditam estar vivendo o amor, quando na verdade estão alimentando algum outro tipo de sentimento muito aquém. Sentem-se tristes, desesperadas, perdidas, angustiadas e insistem em justificar todo esse pavor através da palavra “amor”... Sentem-se rejeitadas, desmerecidas e enganadas e, ainda assim, acreditam que amam... Mas se essas pessoas parassem por um instante, se desprendessem desses sentimentos tão dolorosos e respondessem, sinceramente, três perguntinhas, talvez descobrissem e se espantassem com o fato de que não estão vivendo o amor.
- Postado por: Paulo às 20h25
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INGREDIENTES PARA O AMOR PARTE 2
Faça o teste! Pense na pessoa que você acredita que ama. Pense na relação de vocês e responda:
1 – Você admira essa pessoa? Admira o jeito dela, o caráter, a personalidade, a maneira como ela encara a vida, as atitudes dela diante dos problemas, diante das alegrias, enfim, você admira a alma dessa pessoa?
2 – Você confia nessa pessoa? Você acredita que pode contar com ela, pode confiar no que ela diz? Está certo de que ela faz o possível para cumprir o que promete e está disposta a construir uma relação baseada na sinceridade e na verdade, por mais difícil que seja?
3 – Você respeita essa pessoa? Considera o que ela pensa, o que ela sente e está disposta a aceitá-la, por mais diferente que ela possa ser de você? Você realmente consegue dar espaço para que ela seja como é, sem tentar o tempo todo fazer com que ela mude o seu jeito, as suas opiniões e o seu comportamento? É... talvez você se surpreenda com suas próprias respostas.
Talvez você descubra que o que sente não é amor, mas capricho, falta de auto-estima, medo de ficar sozinho, conveniência, acomodação... Talvez você descubra que se acostumou com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, mas que nunca se questionou sobre o que realmente quer...
Muitas pessoas preferem acreditar que não têm sorte no amor ou que é preferível ficar numa relação ruim a ficar sozinho, mas na verdade estão apenas com medo de tentar, com medo de sair em busca de um amor intenso, com medo de se livrar de uma pessoa que só lhes faz mal e perder o lugar de vítima! É bem mais fácil ter argumentos para justificar um amor que não deu certo do que se arriscar a encontrar uma pessoa maravilhosa, companheira, sincera e profunda e ter de lidar com seus próprios defeitos, com suas próprias inseguranças e culpas...
Pois eu sugiro que você não aceite menos, não aceite pouco. Exija o melhor de você mesmo e do outro. Exija respeito, confiança e admiração. Sinta isso pela pessoa amada... Sinta isso, acima de tudo, por si mesmo! E se não puder, pare onde estiver e proponha-se a aprender e se preparar para o verdadeiro amor! Sempre há tempo, mas não demore muito.
- Postado por: Paulo às 20h23
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